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Cotação do Dólar Turismo – Por que mais Alta?

Quem tentou comprar dólares para viajar nos últimos meses se deparou com um valor muito acima do praticado comercialmente e visto diariamente nos noticiários. Essa aparente distorção não acontece sem nenhum motivo, afinal, o valor cobrado para o papel moeda para pessoa física, o famoso dólar turismo, embute valores administrativos proporcionalmente mais altos, primeiramente porque o volume transacionado é menor do que o existente em operações feitas em bancos e instituições financeiras, e porque as corretoras acabam embutindo suas próprias taxas transacionais. Tudo isso acaba exigindo uma análise mais aguçada da cotação do dólar turismo, e é disso que falaremos nesse artigo.

Compreendendo o dólar turismo

Existem três “tipos de dólares” existentes no mercado, e é importante compreendê-los para que a cotação do dólar turismo faça sentido e você saiba como estrategicamente se posicionar na hora de realizar qualquer tipo de operação financeira internacional. Vejamos:

1 – Dólar comercial: é a cotação do dólar utilizada nas transações da bolsa de valores, em negociações feitas no exterior entre empresas e pelo governo. Essa é a cotação que comumente vemos nos telejornais e sites de economia por ai.

O dólar comercial, teoricamente, é utilizado nas transações que agregam crescimento ao país, por isso costumam ter uma cotação mais acessível.

2 – Dólar turismo: além de ser usado, obviamente, para as viagens ao exterior, é a cotação padrão para diversas outras modalidades de operações financeiras de pessoas físicas ao exterior, desde remessas internacionais até as compras feitas no cartão de crédito que você utiliza lá fora.

3 – Dólar paralelo: são as operações realizadas por pessoas ou entidades que não possuem autorização para comercializar a moeda. No Brasil não é proibido que você tenha dólares em casa. Porém, quando volta de uma viagem, por exemplo, é obrigatório a declaração da quantia que está entrando no país. Além disso, as negociações que envolvem o câmbio negro são fortemente utilizadas para operações fraudulentas como lavagem de dinheiro e evasão fiscal.

Mas, por que o dólar turismo é mais caro que o comercial?

As diferenças na cotação do dólar acontecem porque desde 1999 o Brasil adotou um sistema de câmbio flexível, ou seja, que pode ser negociado livremente por quem compra e quem vende a moeda. Em outras palavras, para se comprar e vender o dólar turismo é preciso ter o dinheiro em mãos, consequentemente adquirir notas, o que acarreta em maiores custos para as casas de câmbio, desde transporte, manutenção e seguro para o caso de roubo, o que acaba elevando o preço da moeda para compensar esses gastos.

Além disso, vale lembrar que fatores governamentais também influem no valor final do dólar turismo, como a variação da alíquota do IOF (Imposto Sobre Transações Financeiras) que já caminhou nos últimos 10 anos, em diferentes operações, de 0,38% a 6,38%, o que acaba refletindo certo aumento na hora de realizar transações internacionais.

Como fazer uma cotação do dólar turismo vantajosa?

A melhor maneira de fazer uma operação vantajosa na compra de dólares é trabalhando com organização e planejamento, inicialmente fazendo a escolha por uma casa de câmbio que ofereça a melhor relação entre risco, conveniência e custo. Ou seja, avaliando as opções existentes para o câmbio e quais os respectivos custos e características de cada operação.

Isso é importante, pois pode incidir taxas diversas dependendo do serviço escolhido, além de restrições de valor para entrada em cada país. Por exemplo:

  • Alguns países exigem que o turista apresente quantia mínima da moeda em espécie, para servir como prova de que terá como se manter no local e voltar para o seu país de origem;
  • A cotação em bancos costuma incluir o chamado custo de conveniência. Nomenclatura para desviar o foco da prática de um valor acima do valor de mercado pelo fato de estar próximo ao seu correntista, facilitando o trâmite de documentação.

Portanto, priorize a negociação que lhe forneça mais segurança e comodidade. Por mais que as casas de câmbio tenham uma verificação mais complexa da documentação do cliente para cada operação, estas costumam oferecer aos clientes uma gama de serviços mais vasta e um atendimento personalizado que faz toda a diferença no custo final da operação, normalmente com taxas mais atrativas em comparação aos bancos.

Faça a comparação, analise suas possibilidades! Atualmente já é possível cotar moeda estrangeira na internet e até pelo telefone, inclusive pesquisando sobre a reputação da instituição escolhida, se é autorizada pelo Banco Central e se pratica taxas justas em suas operações.

Conte com a Focco Turismo para lhe auxiliar em suas operações internacionais!

A Focco Turismo investe pesado na capacitação de seus profissionais e na busca por processos que ofereçam aos clientes menos burocracia, mais eficiência, menores taxas e uma gama de serviços para sua melhor comodidade.

Perseguimos os melhores caminhos com soluções tecnológicas que possam otimizar o tempo de transação sem perder de vista a segurança, transparência e profissionalismo na:

  • Compra e venda de moedas estrangeiras;
  • Atendimento corporativo de funcionários viajantes;
  • Seguro viagem;
  • Programação de pacotes de turismo;
  • Aquisição de cartões pré-pagos;
  • Delivery de valor adquirido;
  • Remessas internacionais.

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